Soneto 309 – Buceteiro

Pequenos, grandes lábios, um clítoris.
Pentelhos. Secreção. Quentura mole,
que envolve meu caralho e que o engole.
Não saio até gozar, nem que me implores.

Diana. Dinorá. Das Dores. Dóris.
Aranha. Taturana. Ovelha Dolly.
Peluda, cabeluda, ela nos bole
na rola, das pequenas às maiores.

Buceta existe só para aguçar
a fome dos caralhos em jejum.
Queremos bedelhar, fuçar, buçar!

Agora não me falem do bumbum!
Do pé tampouco! Vou despucelar
o buço dum cabaço, ato incomum.

Glauco Mattoso

Publicado na Semana Especial de Poesia Erótica

Published in: on 10/07/2009 at 10:31  Comments (1)  

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  1. i LOVE gm!


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